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Túpac Amaru
Habilidade exclusiva

Aposentar (1 carga)

Concede um Mosqueteiro em cada um dos distritos indefensáveis e desprotegidos da cidade alvo.

Efeito passivo

+5 de força de combate e +1 de movimento para unidades terrestres das Eras Moderna e Atômica dentro de 2 painéis.

Contexto Histórico
No imaginário popular, a história inca termina com a execução por Francisco Pizarro do último Sapa Inca (imperador), Atahualpa, em 1533, e a história subsequente da América do Sul é de Estados descendentes dos europeus. Porém, os descendentes dos incas tiveram uma história longa e complicada nos séculos desde Pizarro, e poderiam ter se mantido independentes se Túpac Amaru II tivesse sido vitorioso.

Nascido José Gabriel Condorcanqui Noguera em 1738, Amaru era filho de um kuraka quíchua, magistrado regional e descendente da linhagem real inca. Apesar de estar mais de dois séculos separado da época em que seus ancestrais estavam no poder, Condorcanqui (que ainda não era Amaru) leu relatos dos incas, identificou-se muito com eles e irritou-se com as práticas de trabalho exploratórias que eram impostas aos trabalhadores indígenas no Vice-Reino do Peru. Condorcanqui decidiu que não havia escolha senão se rebelar. Mudou seu nome para Túpac Amaru II, em homenagem a um descendente inca que havia liderado uma efêmera rebelião; então, revoltou-se. A revolta de Amaru pode ser vista como uma tentativa inicial de descolonização, movimento que combina a justiça social atual com foco na reconstrução dos sistemas que existiam antes das potências europeias. Amaru lutou por vários princípios que seriam base de revoluções futuras: abolição da escravidão, redistribuição de bens para os pobres, restituição de terras indígenas e igualdade entre indígenas, criollos e mestizos.

Orador persuasivo, Amaru trouxe muitos quíchuas para seu lado e obteve várias vitórias iniciais com facilidade, mas foi traído, capturado e executado de forma especialmente brutal. A revolta de Amaru inspirou movimentos indígenas no Equador e na Bolívia e uma reação criolla no Peru colonial. Ele continua sendo figura influente nos atuais movimentos anticolonialistas e descolonialistas, e o rapper americano Tupac (Amaru) Shakur, "2Pac", recebeu esse nome em sua homenagem.
PortraitSquare
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Traços

Era Moderna
Grande General
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Traços

Era Moderna
Grande General
Habilidade exclusiva

Aposentar (1 carga)

Concede um Mosqueteiro em cada um dos distritos indefensáveis e desprotegidos da cidade alvo.

Efeito passivo

+5 de força de combate e +1 de movimento para unidades terrestres das Eras Moderna e Atômica dentro de 2 painéis.

Contexto Histórico
No imaginário popular, a história inca termina com a execução por Francisco Pizarro do último Sapa Inca (imperador), Atahualpa, em 1533, e a história subsequente da América do Sul é de Estados descendentes dos europeus. Porém, os descendentes dos incas tiveram uma história longa e complicada nos séculos desde Pizarro, e poderiam ter se mantido independentes se Túpac Amaru II tivesse sido vitorioso.

Nascido José Gabriel Condorcanqui Noguera em 1738, Amaru era filho de um kuraka quíchua, magistrado regional e descendente da linhagem real inca. Apesar de estar mais de dois séculos separado da época em que seus ancestrais estavam no poder, Condorcanqui (que ainda não era Amaru) leu relatos dos incas, identificou-se muito com eles e irritou-se com as práticas de trabalho exploratórias que eram impostas aos trabalhadores indígenas no Vice-Reino do Peru. Condorcanqui decidiu que não havia escolha senão se rebelar. Mudou seu nome para Túpac Amaru II, em homenagem a um descendente inca que havia liderado uma efêmera rebelião; então, revoltou-se. A revolta de Amaru pode ser vista como uma tentativa inicial de descolonização, movimento que combina a justiça social atual com foco na reconstrução dos sistemas que existiam antes das potências europeias. Amaru lutou por vários princípios que seriam base de revoluções futuras: abolição da escravidão, redistribuição de bens para os pobres, restituição de terras indígenas e igualdade entre indígenas, criollos e mestizos.

Orador persuasivo, Amaru trouxe muitos quíchuas para seu lado e obteve várias vitórias iniciais com facilidade, mas foi traído, capturado e executado de forma especialmente brutal. A revolta de Amaru inspirou movimentos indígenas no Equador e na Bolívia e uma reação criolla no Peru colonial. Ele continua sendo figura influente nos atuais movimentos anticolonialistas e descolonialistas, e o rapper americano Tupac (Amaru) Shakur, "2Pac", recebeu esse nome em sua homenagem.
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