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Emilie du Chatelet

Contexto Histórico
Gabrielle Émilie Le Tonnelier de Breteuil nasceu em Paris em 1706, filha de uma família nobre bem relacionada – o pai dela, barão, era um dos favoritos de Luís XIV – e tinha todos os privilégios que uma garotinha poderia querer. Pouco se sabe de sua educação inicial (provavelmente foi apenas o que era apropriado para as meninas da época), mas quando ela fez 18 anos, o barão arranjou para sua única filha um casamento com uma das linhagens mais antigas de Lorena. O marquês de Châtelet deu a ela prestígio... mas pouco além disso. Pelos primeiros anos do casamento, a nova marquesa teve uma vida bem tradicional: cuidava da casa em Semur, deu à luz uma filha e dois filhos e, quando apropriado, aproveitava-se de todos os prazeres de Paris.

Foi em 1733, quando ela estava novamente em Semur e grávida do segundo filho, que Émilie se interessou por matemática. A marquesa passou a estudar seriamente a geometria analítica de Descartes e começou a traduzir o novo "Principia Mathematica" de Newton adicionando seus próprios comentários – o que incluía a expansão de algumas das principais hipóteses do britânico. Ao ser publicado, tornou-se a edição definitiva em toda a Europa.

Pelo restante das décadas de 1730 e 1740, ela continuou a ler, estudar e escrever, mesmo enquanto cuidava do marido, dos filhos e vários amantes. De fato, seus textos sobre a ótica, gramática e comentários críticos sobre o Velho e o Novo Testamento são quase tão famosos quanto seus romances escandalosos. Entre eles, Voltaire – que escreveu a Frederico II da Prússia que ela era "um grande homem cujo único defeito foi ter sido mulher" –, o matemático Maupertuis e o filósofo Mettrie. O último amante dela, o soldado-poeta Saint-Lambert, foi o pai de seu último filho. Émilie du Châtelet morreu em 1749 uma semana depois do parto.
Habilidade exclusiva

Efeito ativado (1 carga)

Ativa o momento Eureca para 3 tecnologias selecionadas aleatoriamente da Era do Renascimento ou Industrial.

Emilie du Chatelet

Traços

Era do Renascimento
Grande Cientista
Emilie du Chatelet
Contexto Histórico
Gabrielle Émilie Le Tonnelier de Breteuil nasceu em Paris em 1706, filha de uma família nobre bem relacionada – o pai dela, barão, era um dos favoritos de Luís XIV – e tinha todos os privilégios que uma garotinha poderia querer. Pouco se sabe de sua educação inicial (provavelmente foi apenas o que era apropriado para as meninas da época), mas quando ela fez 18 anos, o barão arranjou para sua única filha um casamento com uma das linhagens mais antigas de Lorena. O marquês de Châtelet deu a ela prestígio... mas pouco além disso. Pelos primeiros anos do casamento, a nova marquesa teve uma vida bem tradicional: cuidava da casa em Semur, deu à luz uma filha e dois filhos e, quando apropriado, aproveitava-se de todos os prazeres de Paris.

Foi em 1733, quando ela estava novamente em Semur e grávida do segundo filho, que Émilie se interessou por matemática. A marquesa passou a estudar seriamente a geometria analítica de Descartes e começou a traduzir o novo "Principia Mathematica" de Newton adicionando seus próprios comentários – o que incluía a expansão de algumas das principais hipóteses do britânico. Ao ser publicado, tornou-se a edição definitiva em toda a Europa.

Pelo restante das décadas de 1730 e 1740, ela continuou a ler, estudar e escrever, mesmo enquanto cuidava do marido, dos filhos e vários amantes. De fato, seus textos sobre a ótica, gramática e comentários críticos sobre o Velho e o Novo Testamento são quase tão famosos quanto seus romances escandalosos. Entre eles, Voltaire – que escreveu a Frederico II da Prússia que ela era "um grande homem cujo único defeito foi ter sido mulher" –, o matemático Maupertuis e o filósofo Mettrie. O último amante dela, o soldado-poeta Saint-Lambert, foi o pai de seu último filho. Émilie du Châtelet morreu em 1749 uma semana depois do parto.

Traços

Era do Renascimento
Grande Cientista
Habilidade exclusiva

Efeito ativado (1 carga)

Ativa o momento Eureca para 3 tecnologias selecionadas aleatoriamente da Era do Renascimento ou Industrial.

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