No seu funeral em São Petersburgo, em fevereiro de 1807 d.C., alunos do carismático professor Dmitri Ivanovich Mendeleev do Instituto Tecnológico Estatal de São Petersburgo e da Universidade Estatal de São Petersburgo carregavam uma grande cópia da tabela periódica atrás do carro fúnebre. Uma homenagem apropriada para o homem que descobriu a lei periódica e desenvolveu aquela tabela.
Nascido em Tobolsk em 1834, Dmitri foi o último filho de Mariya Dmitriyevna, que sustentava a família como gerente em uma fábrica de vidro. Quando ela pegou fogo, Mariya se mudou com os filhos para São Petersburgo. Lá, Dmitri frequentou o Instituto Pedagógico Central, graduando-se em 1855. Infelizmente, ele contraiu tuberculose e assumiu um cargo de professor da Crimeia para se recuperar em um clima mais morno. Com a saúde recuperada, ele voltou para São Petersburgo para realizar um mestrado e depois seguir os estudos fora do país. Já tendo publicado vários artigos sobre química, ele lecionou inicialmente no Instituto Tecnológico de São Petersburgo e depois entrou para o corpo docente da universidade. Percebendo que havia a necessidade de uma apostila definitiva para suas aulas de química inorgânica, Dmitri escreveu "Os princípios da química".
Enquanto trabalhava em seu livro, Mendeleev percebeu padrões recorrentes nas propriedades químicas e físicas dos elementos. Usando seu geral conhecimento em química – como ele nunca se especializou, Dimitri não tinha preconceitos –, ele encontrou ainda mais semelhanças e relações. Após meses sistematicamente organizando dúzias de elementos conhecidos por massa atômica em uma grade, ele dizia até que conseguia prever as qualidades de elementos desconhecidos. Ele apresentou formalmente sua "lei periódica" na Sociedade Química Russa em 1869... que o recebeu com grande indiferença. Até, no caso, três novos elementos encontrados nos próximos 20 anos corresponderem às suas previsões. Em Londres, em 1889, ele apresentou seu mais recente diagrama dos elementos, sendo bastante aclamado.