Um dos projetos originário do computador digital é um dispositivo capaz de replicar um comportamento inteligente humano fazendo uso unicamente de uma implementação sintética. Um dos primeiros grandes experimentos de pensamentos da era digital foi o teste proposto por Alan Turing para inteligências artificiais: qualquer IA que não pudesse ser distinguida de um entrevistado humano era considerada como "pensante". Este importante marco no desenvolvimento de uma filosofia da inteligência artificial continua a ser debatido intensamente até hoje.
Nas décadas seguintes desde que o Teste de Turin foi proposto, a inteligência artificial se tornou mais difundida e robusta em termos de suas capacidades, particularmente na análise de grandes pacotes de dados. Uma IA nestes casos comumente "estuda" um problema através do desenvolvimento e do teste de hipóteses sobre padrões subjacentes em dados, combinando-os contra os dados e criando refinados modelos iterativos com considerável capacidade explicativa. Conforme a IA continua melhorando, ela provavelmente será usada em mais e mais problemas, com algoritmos de solução sendo tradados como "caixas pretas"—significativos apenas para a IA e irrelevantes para os interesses humanos nos resultados do modelo.
Se a IA será algum dia confundida com humanos? É difícil imaginar um futuro onde pessoas frustradas lidando com sistemas telefônicos computadorizados não fiquem apertando continuamente o botão "0" em busca de um operador humano.